quarta-feira, 28 de novembro de 2012

7º Capitulo: Mi Hombre

... os nossos corpos já estavam a pedir por mais, ali mesmo na entrada da casa, que o Ezequiel começou a caminhar comigo, sem nunca parar os beijos.
- Onde é que é o teu quarto? - perguntou ele, parando de me beijar por uns segundos. 
- Lá em cima...
Subimos a escadaria e fomos para um dos quartos... não era o "meu", mas também não era o do meu pai, e como esta noite somos hóspedes cá da casa...
Assim que entramos no quarto empurrei o Ezequiel para cima da cama, ficando por cima dele no segundo seguinte. Os beijos sucediam-se a um ritmo alucinante e o desejo em mim aumentava cada vez mais. 
As mãos do Ezequiel percorreram o meu corpo, começando pelas costas deixando-as ficar nas minhas coxas. Comecei a abrir a camisa que ele envergava e beijei-lhe o tronco à medida que este ficava descoberto. 
Invertemos as posições e a tortura começou. 
O Ezequiel abriu a minha camisa e fez de tudo para me deixar completamente louca. Começou por me beijar o pescoço, passando para o meu peito descendo até ao umbigo. 
As duas primeiras peças de roupa saíram dos nossos corpos e não demorou até ficarmos em roupa interior. O corpo dele, confesso, deixou-me ainda mais cheia de vontade de chegar ao meu limite máximo, o que não demorou a acontecer... o Ezequiel, fez-me ir às nuvens sem nunca de lá sair. Só quando ambos os corpos já estavam cansados, todos suados e completamente satisfeitos (o que demorou a acontecer), é que caímos nos braços um do outro completamente ofegantes mas com todo o prazer que conseguimos reter do primeiro round. 
Quando as nossas respirações começaram a regressar ao seu ritmo natural, foi quando ma aconcheguei mais ao Ezequiel dando-lhe leves beijos no peito. 
- Invertemos um bocado as coisas... vamos agora jantar? - olhei-o nos olhos e ele sorriu-me. Os olhos dele estavam brilhantes e extremamente sexys. 
- Pode ser... 
- Vou ver o que se arranja - levantei-me e agarrando num lençol, enrolei-o a mim e fui até à cozinha. 
Abri o frigorífico e não havia praticamente nada para comer a não ser ovos e bacon... dava para matar a fome.
Comecei a preparar a comida ao fogão, entretanto chega o Ezequiel à cozinha e agarrou-me pela cintura beijando-me o ombro descoberto.
- Vamos ter de ficar por ovos mexidos com bacon.
- Mas queres que vá buscar alguma coisa?
- Nem penses - virei-me para ele confirmando as minhas suspeitas, ele estava só de boxers - nem penses que agora te vais vestir... sabes perfeitamente a trabalheira que deu a por-te neste estado.
Ele riu-se e beijou-me. Estávamos a ir já para outros caminhos quando eu travei a fundo. Estava a começar a ficar realmente com fome. 
- Não queiras tudo já, Sr. Engatatão. 
- Fraquinha! 
Virei-me para o fogão e finalizei o nosso "jantar". 
- Fraquinha não! Simplesmente quero tudo do bom. Acho que prefiro bem feito, como o primeiro round, do que às três pancadas. 
A gargalhada foi geral e fomos para a sala. Sentamo-nos no chão ao pé da mesa de centro junto dos sofás e começamos a comer. Estávamos mais numa de dar comida um ao outro do que pegar no garfo com a nossa mão e meter a comida na boca, por isso estávamos muito pertinho um do outro.
- O que é que achas que acontecia se o teu pai entrasse por aí agora? 
- Tu nem sonhes com uma coisa dessas! Acho que morria! 
- Então... mas ele pode entrar. 
- Não pode não. Ele não está no país! Não te ponhas a meter-me coisas na cabeça ou vamos embora. 
- Não!
- Agora ficaste aflitinho! - eu desmanchei-me a rir - acho que preferia ter de encarar o meu pai do que o meu primo neste momento. 
- Podes crer... 
- Prepara-te para amanhã. Em casa... e no Real. 
- Nem me digas nada... mas vai valer a pena - ele aproximou-se ainda mais de mim e beijou-me. 
Esquecemos a comida e dedicamo-nos ao que realmente estávamos interessados em fazer. Ser um do outro vezes e vezes sem conta, com os diversos tipos de prazer que conseguimos ter um com o outro e sem vontade nenhuma de desistir. 
Acabamos por desistir ao fim do quinto ou sexto round (confesso que perdi a noção do número) quando os nossos corpos pediram por descanso, mas mesmo assim pediam para permanecerem junto um do outro. 

(Ezequiel) 
Na manhã seguinte: 

Não fazia a mínima ideia de que horas eram, mas acordei com a mulher mais linda do mundo ao lado e a vontade de voltar a adormecer era nenhuma. Fiquei estupidamente louco a olhar para ela e a recordar a maravilhosa noite que tivemos. 
Estava completamente à nora quando ouvi o barulho do meu telemóvel a tocar. Era uma chamada... mas eu não fazia ideia de onde é que o telemóvel andava, pelo que demorei a encontrá-lo e fez com que a Ana "acordasse". Ela abriu os olhos, barafustou alguma coisa que não foi perceptível, meteu a almofada por cima da cabeça e deve ter voltado a adormecer. 
Consegui achar as minhas calças, onde estava o telemóvel. Não tinha conseguido atender a chamada, mas percebi do que se tratava. Era do Sérgio. Eram 10:30h e eu tinha de estar no centro de treinos do Real Madrid às 10:45h. 
Despachei-me o mais depressa possível a vestir e escrevi um bilhete à Ana. Não me senti bem em acordá-la até porque poderia correr mal. 

(Ana) 
11:45h 

Tinha dormido bastante bem e estava completamente e estupidamente apanhada pelo homem que tinha a meu lado... tinha! Porque ao acordar esse homem já não estava na cama. No seu lugar tinha um papelinho.

"Acordei às 10:30h com uma chamada do teu primo. Tinha de estar no Real Madrid às 10:45h e como tinhas acabado de rabujar nem sequer me atrevi em acordar-te. Te quiero mi reina. Besos"

Derreti com aquele fim de recado... fiquei completamente à nora. Meti a minha cabeça na almofada dele, inspirei fundo e o cheio dele entranhou-se de uma maneira que me fez avivar cada momento da noite passada.

12:15

Cheguei a casa do meu primo e como ele estaria no Real era mais fácil a minha entrada. Fui até à cozinha e estava lá a minha tia. 
- Buenos dias titi!
- Buenos dias preciosa! - a minha tia estava a mexer em morangos, saquei um e comecei a sair da cozinha - Ana!? - chamou ela e eu voltei ao pé dela.
- Diga tia. 
- Sei perfeitamente que não és uma criança, mas cabe-me a mim fazer-te esta pergunta. Protegeram-se - sabia perfeitamente que esta pergunta iria surgir e antes fosse pela minha tia. Era como se fosse pela minha mãe. 
- Não se preocupe tia, fomos bastante responsáveis nesse aspecto - acabamos por gargalhar as duas e eu subi até ao meu quarto, tomei um duche e troquei de roupa. 
Voltei a ir ter com a minha tia. 
- Titi, sabe a que horas volta o primo? 
- O teu primo... não vem almoçar a casa. Mas se estás interessada em saber a que horas tens companhia... ele deve estar a chegar. 
- Hum... a tia faz-me um favor? Eu tenho de ir tratar do carro para este mês... quando ele chegar podia dizer-lhe isso? 
- Claro, vai lá filha. 
- Gracías.
Saí de casa e fui até a um aluguer de carros... iria precisar de um para este mês. Escolhi um dos mais discretos e baratinhos. Demorei cerca de uma hora para ter tudo tratado e voltei a casa. 
Entrei e, como era praticamente hora de almoço, fui até à cozinha.
Estavam lá a minha tia e o meu hombre. 
- Cheguei - avisei, pois ambos estavam de costas voltadas para a porta. A minha tia sorriu e piscou-me o olho.
- Vou por a mesa - ela saiu e foi até à sala de jantar. 
Eu apressei-me a ir ter com o Ezequiel e terminei aquela ânsia de o beijar que tinha desde manhã.
- Da próxima vez, dá-me ao menos um beijo antes de sair. Acho que não aguento outra vez que isto aconteça. 
- Prometo - ele voltou a beijar-me e acabamos por ir ajudar a minha tia com o almoço. 

3 comentários:

  1. Pronto! Agora já posso voltar às hormonas e aos embriões mais descansadinha...
    Adorei (e tu dizes que era grande?? Para mim vai ser sempre pequeno!)
    Quero mais!
    Beijinhos :)

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  2. Eu tou com a Mary!
    Tu diz-me que isto é só o pre-view e o resto "aparece" em minutos porque isto deixou-me com gosto de quero mais!

    Proximo se faz favor!
    Bjokinhas
    Mariaa & G.

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